HORA E DATA !

segunda-feira, 6 de março de 2017

REFORMA NA PREVIDÊNCIA - Jonas Comenta

REFORMA NA PREVIDÊNCIA

Jonas comenta a reforma da Previdência no Brasil.

O que irá acontecer primeiro? Lula na Cadeia ou a Reforma da Previdência? KKKK



Link que falei sobre a Reforma da Previdência proposta pelo MBL-Movimento Brasil Livre:

https://www.youtube.com/watch?v=qMxi6L-m7VE


OU

https://www.youtube.com/watch?v=oiAQd-SiQ6w


Ahh. Mas você, não acredita que existe um Rombo na Previdência? 
Então, antes de sair falando bobagens sem conhecer com mais afinco o assunto. Veja o vídeo.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

JONAS COMENTA A DECISÃO DA FIFA

Jonas comenta a decisão idiota da Fifa de que só reconhece os títulos mundiais a partir do ano de 2000, ano no qual, a então entidade, começou a ter a inteira e total tutela sobre a competição, ano também no qual passou as Seleções e/ou Times do Continente Africano a participar de tal Competição Mundial.


domingo, 29 de janeiro de 2017

MINISTRO TEORI ZAVASCKI - JONAS COMENTA

Jonas comenta suposta "Queima de Arquivo" envolvendo um eventual acidente aéreo com o Ministro da Suprema Corte Teori Zavaski.


quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Michel Temer é o Terceiro Vice a assumir a presidência do Brasil.

Temer é terceiro vice a assumir Presidência após a redemocratização

Senado aprovou nesta quarta (31) o impeachment de Dilma Rousseff.
Com isso, Temer concluirá mandato da ex-presidente, que vai até 2018.



Michel Temer se tornou nesta quarta-feira (31) o terceiro vice a assumir a Presidência da República desde a redemocratização, após a confirmação, pelo Senado, do impeachment de Dilma Rousseff.
Antes dele, José Sarney e Itamar Franco chegaram ao comando do governo federal depois da morte de Tancredo Neves (que não chegou a exercer o mandato) e da renúncia de Fernando Collor, respectivamente.
Caçula de oito filhos de uma família de imigrantes libaneses, Michel Miguel Elias Temer Lulia, 75 anos, atinge o ápice de uma carreira política de 35 anos pavimentada na máquina partidária peemedebista.
Substituto de Dilma durante o período de afastamento da presidente, ele é reconhecido, por aliados e adversários, como um articulador político de bastidores que domina as engrenagens do Congresso Nacional e do PMDB.
Presidente nacional do partido há 15 anos, se elegeu vice-presidente da República pela primeira vez em 2010, na chapa de Dilma. À época, além de comandar o PMDB, presidia a Câmara dos Deputados, pela terceira vez em 13 anos.
Respaldado pelo poder que acumulava no Legislativo e na cúpula partidária, Temer impôs ao PT o próprio nome para a vaga de vice como condição para o PMDB apoiar a candidatura de Dilma.
Ingresso na política
Michel Temer nasceu em 1940, no município paulista de Tietê, a 167 quilômetros da capital. Dezesseis anos antes, seus pais March e Miguel Elias, cristãos maronitas, haviam deixado para trás o vilarejo de Btaaboura, no norte do Líbano, com três filhos a tiracolo.
Atualmente, o vice-presidente dá nome a uma rua na entrada da cidade dos antepassados.

Temer estudou direito na Universidade de São Paulo (USP) na transição das décadas de 1950 e 1960, mas não se envolveu com a efervescência estudantil de esquerda que marcou o conturbado mandato do então presidente João Goulart. Ele, ao contrário, fazia parte de um grupo de estudantes que seguia o pensamento liberal.
Em meio ao curso de graduação, chegou a flertar com a política estudantil, elegendo-se segundo-tesoureiro do centro acadêmico da faculdade. Até aspirou um voo mais alto, como presidente do centro acadêmico, mas saiu derrotado da disputa eleitoral.
O peemedebista se formou na faculdade de direito do Largo de São Francisco em 1964, ano em que os militares depuseram Jango. Recém-graduado, montou uma banca de advocacia com três ex-colegas da USP. Quatro anos mais tarde, retornou à academia para lecionar direito constitucional na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).
Temer é autor de livros de direito constitucional que, até hoje, são referência nas salas de aula de faculdades.

Na época em que deu aulas na PUC-SP, teve contato com o professor André Franco Montoro, que, na ocasião, já era um político experiente, com passagem pela Câmara e pela Esplanada dos Ministérios.
Quando Montoro se elegeu governador de São Paulo no início dos anos 80, a amizade dos tempos da academia abriu para Temer as portas da vida política. Em 1981, ele ingressou no PMDB, herdeiro do oposicionista MDB da época da ditadura.

Pouco mais de uma década após ser aprovado no concurso para procurador do estado quando, em 1983, foi convidado por Montoro para assumir o comando da Procuradoria-Geral de São Paulo.

Em meio a uma profunda crise entre as polícias civil e militar, Temer foi deslocado pelo governador para a chefia da Secretaria de Segurança, cargo que viria a ocupar outras duas vezes na carreira. Ali, em meio ao fogo cruzado das polícias paulistas, ensaiou pela primeira vez o papel de articulador político.
Primeiro, apaziguou o entrevero entre delegados e oficiais da PM. Depois, chamou a atenção de Montoro ao conseguir convencer, por meio de uma conversa, centenas de estudantes a desocuparem o prédio da reitoria da USP, evitando que o Batalhão de Choque tivesse de invadir o local.
Ascensão em Brasília
Em 1986, Temer tentou a sorte nas urnas pela primeira vez para uma cadeira na Câmara dos Deputados. Terminou a corrida eleitoral apenas como suplente, mas, dois anos mais tarde, debutava no Salão Verde da Câmara como deputado constituinte substituindo Antônio Tidei de Lima, que havia assumido o comando da Secretaria de Agricultura paulista.
À sombra de líderes históricos do antigo MDB, como Ulysses Guimarães e Fernando Henrique Cardoso, o então calouro da Câmara conseguiu aprovar o artigo 133 da Constituição, que assegura a inviolabilidade dos advogados por atos e manifestações cometidos no exercício da profissão.

No final da década de 1980, quando FHC, Serra e Mário Covas se desligaram do PMDB para fundar o PSDB após romperem com Orestes Quércia, Temer optou por ficar nas fileiras peemedebistas, aproveitando a abertura de espaço gerada pela debandada de caciques históricos da legenda.
A decisão se mostrou acertada nos anos que se sucederam. Pegando carona no vácuo de lideranças, Michel Temer ascendeu rapidamente na estrutura peemedebista. Eleito para a Câmara com 70.969 votos na eleição de 1994, conseguiu, já no ano seguinte, ser escolhido pelos colegas para a vaga de líder do partido.
Temer se sentiu à vontade nos carpetes verdes da Câmara. Lá, especializou-se nas negociações de bastidores e nas articulações políticas.

Em 1997, ele disputou pela primeira vez a presidência da Câmara. Com o apoio do então PFL (atual DEM), conseguiu se eleger, derrotando um candidato tucano. No comando da casa legislativa, tornou-se um fiel aliado do governo FHC. Dois anos mais tarde, candidato único, reelegeu-se presidente da Câmara, posto que voltaria a ocupar novamente em 2009.
A rápida ascensão de Temer gerou atrito com outras lideranças políticas do Congresso. Nos quatro anos consecutivos em que presidiu a Câmara no final dos anos 90, ele protagonizou duros embates públicos com o então presidente do Senado, Antonio Carlos Magalhães (antigo PFL-BA), que morreu em 2007.
Mais tarde, seu principal rival político seria outro presidente do Senado, o colega de partido Renan Calheiros (PMDB-AL). Até hoje, os dois rivalizam na busca por espaço dentro do PMDB.
Vida pessoal discreta
Discreto, formal e cerimonioso, o católico Michel Temer tem obsessão em preservar a família de sua vida pública. Ele está em seu terceiro casamento e tem cinco filhos.
A atual mulher, Marcela Temer, é 42 anos mais jovem do que ele. Os dois se conheceram quando ela tinha 18 anos e ele, 60. Temer tem um filho com Marcela: Michelzinho, de 7 anos.
Do primeiro casamento, com Maria Célia, o presidente em exercício teve três filhas: Maristela, Luciana e Clarissa. Temer tem também um filho que nasceu de um relacionamento com uma namorada, em Brasília.
Auxiliares próximos do presidente em exercício contam que ele fala pouquíssimo sobre a família no ambiente de trabalho. Temer costuma usar as horas de folga e as viagens de avião para ler. Segundo interlocutores, é um leitor contumaz.
Pessoas que trabalham diretamente com o presidente em exercício o definem como um "gentleman" no trato pessoal com os subordinados, mas ressaltam que é extremamente detalhista, a ponto de corrigir, pessoalmente, até mesmo as vírgulas dos textos de auxiliares. Também cultiva, entre pessoas próximas, a fama de pão-duro.
Aos 75 anos, procura fazer caminhadas matinais de cerca de meia hora para manter a saúde. Em regra, faz os exercícios físicos acompanhado de sua equipe de seguranças e de um ajudante de ordens, que fica responsável por atender ao celular enquanto ele está fazendo as caminhadas.
Fonte: G1.com
Por: Jonas Tavares

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

#PrimeiraMão #BlogDoJonas Ministro Gilmar Mendes é o novo presidente do TSE.

Gilmar Mendes é o novo presidente do TSE


Ministro Gilmar Mendes pode acabar responsável pela ação que pode resultar com a impugnação da chapa de Dilma (Nelson Jr./SCO/STF/VEJA)

O plenário do Supremo Tribunal Federal confirmou nesta quarta-feira o ministro Gilmar Mendes como novo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Mendes é o atual vice da corte e vai substituir o ministro Dias Toffoli, cujo mandato de dois anos termina em maio, quando o novo presidente deve ser empossado. A votação no Supremo é simbólica e serve apenas para referendar a ascensão do vice-presidente ao cargo máximo. Assume a vice-presidência da corte o ministro Luiz Fux.
Com a substituição, Mendes, um desafeto dos petistas (Pois ele o único remanescente e indicado pra corte ainda na ERA-FHC), Ministro Mendes comandará a corte na reta final da ação que pode resultar na cassação do mandato da presidente Dilma Rousseff e de seu vice, Michel Temer, por crimes eleitorais. O ministro já expressou que quer deixar como marca no comando da corte um maior rigor na análise de contas de campanhas eleitorais. O TSE é composto por, no mínimo, sete magistrados: três do STF, dois do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e outros dois da classe de advogados indicados pelo Supremo. Mendes também estará à frente do TSE no primeiro ano em que as novas regras eleitorais serão aplicadas. (Com Estadão Conteúdo)

Fonte vinculada a Revista VEJA (Sait Oficial VEJA)

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Defesa exonera comandante militar que criticou o governo

Ministério da Defesa com aval de Dilma, exonera comandante militar que criticou o governo


Por: VALDO CRUZ
DE BRASÍLIA, e, 
IGOR GIELOW
DIRETOR DA SUCURSAL DE BRASÍLIA

29/10/2015 19h08

Adptações e Comentários 
Por: Jonas Siqueira Tavares

Ministério da Defesa, presidenta Dilma e o PT. Afastam o General Mourãoe o exonerar do Comando Militar do Sul. O Gen. Antônio Mourão, será afastado por fazer fortes e duras criticas ao Governo Dilma e ao PT.  
Na foto: General do Exército Antônio Hamilton Martins Mourão, comandante Militar do Sul

É Obvio que militar é neutro, como bem já diria o Major F. Turra: "não se deve colocar suas convicções ou opiniões pessoais e externa-las a terceiros ainda mais, quando vocês tem forte poder de influênciar, já, quando lá fora (não mais militar) faça, o que bem entender". Então me vejo com plena liberdade em falar, baseado na Liberdade total de Imprensa. 

Já aviso que concordo plenamente com Gen. Mourão, digo mais, Governo Dilma, Lula e o PT, perderam totalmente a credibilidade, para poder falar em "descaso em exercer cargos". É melhor a dona Dilma cuidar da sua "pele" como vem bem fazendo. Cuidar dos Petistas presos, do seu partido envolvido em corrupção. Dos pedidos de impedimento de mandato. E das mentiras do governo. 

Reforço a campanha #SomosTodosMourão, Confira o resto da reportagem a baixo.


Como ja vinculado ao Jornal dos Gaúchos Zero Hora do dia 30/10/15. Pág. 2. (Foto E.) O Gen. Antônio Mourão irá ser transferido para exercer um simples cargo burocrático em Brasília, depois de estar a frente do Comando Militar do Sul. Mourão irá cuidar da Secretaria de Finanças. Foi exonerado do Comando do Sul, após fazer fortes crítcas ao Governo Dilma, e uma simples referência elogiosa ao saudoso Coronel Ustra um simbolo da repressão militar (Regime).

Veja o que a Zero Hora relata:

" A frente do Comando Militar do Sul, o general Antônio Mourão ter reconhecido papel de liderança junto a tropa. Depois de propor uma homenagem ao Coronel Ustra, um símbolo do Regime Militar, e de criticar o Governo Dilma, Gen Mourão acabou exonerado ontem. As críticas, publicados pelo Infome Especial, em 16 de setembro, repercutiram em jornais do centro do país.

BOMBA:

Uma Certeza: A EXONERAÇÃO DE MOURÃO CAUSARÁ REAÇÕES NO MEIO MILITAR. E FORA DELE. ONTEM A NOITE FOI LANÇADA NAS REDES SOCIAIS A #SomosTodosMourão. " ( Concluiu o Jornal Zero Hora).

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Reportagem do Sait Uol. Confira!

O Ministério da Defesa exonerou do Comando Militar do Sul o general Antônio Mourão. O motivo foi que críticas que fez ao governo Dilma Rousseff e pelo fato de que uma homenagem póstuma a um chefe da repressão na ditadura ocorreu em um quartel sob sua jurisdição.

Mourão é um dos mais respeitados comandantes militares do Exército, e foi transferido para a Secretaria de Finanças, um cargo burocrático em Brasília. A mudanças foi incluída num pacote amplo de remanejamentos de postos militares, mas foi a única motivada por evento político. A Folha não conseguiu contato com ele.

No dia 17 de setembro, Mourão havia dito em uma palestra em Porto Alegre que "a maioria dos políticos de hoje parecem privados de atributos intelectuais próprios e de ideologias, enquanto dominam a técnica de apresentar grandes ilusões".

Além disso, ao comentar a possibilidade de impeachment de Dilma, ele afirmou que "a mera substituição da PR [presidente da República] não trará mudança significativa no 'status quo'" e que "a vantagem da mudança seria o descarte da incompetência, má gestão e corrupção".

O caso foi revelado pelo jornal "Zero Hora", e detalhado pela Folha há dez dias.
Para piorar a situação de Mourão, que não comentou as afirmações, um general sob seu comando promoveu uma homenagem póstuma ao coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra na segunda (26).
Morto no dia 15 deste mês, Ustra foi chefe do DOI-Codi, um dos principais centros de tortura e repressão aos adversários do regime militar (1964-85).

Ustra era de Santa Maria (RS), onde ocorreu a homenagem no quartel da 3ª Divisão do Exército. O convite para o evento, datado do dia 23, foi assinado pelo comandante da unidade, general José Carlos Cardoso.

Segundo a Folha apurou, o ministro Aldo Rebelo (Defesa) avisou previamente a presidente da medida. Para o ministro, Mourão perdeu a condição de comando com a sequência de fatos. A exoneração será um teste político para Aldo, que é do PC do B, partido que notabilizou-se durante a ditadura por promover uma guerrilha contra o governo militar.



Fonte 2: ZERO HORA (Pág. 2) do dia 30/10/2015

domingo, 16 de agosto de 2015

#ECONOMIA #APRENDENDO #COM #OS #GAÚCHOS

O governo gaúcho quebrou e isso deveria ensinar muito a todo o Brasil


Poucos estados se comparam ao Rio Grande do Sul quando o assunto é participação política na história nacional. Em toda a história brasileira, foram 6 os presidentes gaúchos, que comandaram o país em um terço do tempo que se passou desde a queda da monarquia.
Três deles – Médici, Costa e Silva e Getúlio Vargas – comandaram ditaduras e ostentam a nada honrosa marca de maiores assassinos de opositores políticos da história republicana.
Ernesto Geisel entrou para a história por duas criações controversas: a abertura política após o regime militar, que de tão lenta demorou mais de 10 anos, e uma crise econômica que deu origem a duas décadas de inflação descontrolada.
Até Dilma Rousseff, que fez carreira política no Rio Grande do Sul, entra na história por sua “Nova Matriz Econômica”, muito semelhante às políticas implementadas pelo conterrâneo Geisel, e que – como era de se esperar – acabou em resultados parecidos: crescimento baixo, inflação disparando e apenas 7,7% de aprovação popular na pesquisa mais recente (feita em julho de 2015).
Como se não bastasse, o Rio Grande do Sul também é conhecido por ter o movimento separatista mais forte do Brasil, reforçando a imagem de que o gaúcho “renega” a cultura brasileira e possui uma identidade distinta. Fora das peculiaridades locais, da cultura e tradição, há um aspecto nacional entretanto que une gaúchos a todos os brasileiros: instituições pautadas pela defesa inveterada do Estado, pelo extrativismo e pelo corporativismo na economia.
Neste aspecto tão tipicamente brasileiro, definido pelo best-seller Bruno Garschagen como “amar o Estado enquanto se odeia os políticos”, o Rio Grande se destaca com êxito: trata-se do único lugar do país onde nenhum governador conseguiu a reeleição.
A cultura política dos gaúchos ainda é marcada pela figura de Leonel Brizola, que governou o estado entre 1959 e 1963, pouco antes do estado começar a enfrentar um problema que seria constante durante 4 décadas: o descontrole nas contas públicas. Nos últimos 43 anos, o governo gaúcho gastou menos do que arrecadou em apenas 7.
Quem leu o noticiário dos últimos dias sabe que a conta da farra chegou em 2015: o atual governador, no cargo há apenas 7 meses, teve que parcelar o salário dos funcionários públicos e a crise no estado é ainda pior que a que atinge todo o país. Agora a instabilidade é a regra. Mas como um dos estados mais ricos do país chegou a esta situação?
A história é didática e traz alerta a todos os brasileiros.

O Rio Grande do Sul quebrou

O RS tem dois bancos estatais (o maior deles é o Banrisul, fundado por Getulio Vargas em 1928, quando era governador) e durante muito tempo, os governadores utilizaram “seus” bancos para financiar os gastos públicos e mascarar déficits por meio de inflação e criação de moeda.
A prática pode soar estranha aos brasileiros de hoje, mas era bastante comum antes do Plano Real e ajuda a explicar o caos inflacionário dos anos 70 a 90. Por décadas, as contas foram maquiadas pelos bancos estaduais, e o uso dela no Rio Grande do Sul transformou o estado no mais endividado do país.
Durante as reformas econômicas dos anos 90, o Governo Federal tentou resolver a situação. No início do processo que culminaria na criação do que se chamou de tripé macroeconômico”, o então presidente FHC renegociou as dívidas estaduais, substituindo diversos títulos públicos “podres” por uma dívida única com o governo federal. Em troca, os estados deveriam comprometer 13% de sua arrecadação para pagar a dívida durante 30 anos.
Depois da renegociação, seria esperado que os governadores controlassem a causa central do problema: os gastos desenfreados. Mas o que se viu no Rio Grande do Sul foi o oposto. O governo estadual tentou enfrentar o déficit público por diversas vias: aumento de impostos, combate a sonegação, corte de investimentos, congelamento de novas contratações e, claro, mais endividamento! Mas sem cortar o mal pela raiz, a conta obviamente chegaria, e chegou em 2015.
Para se ter uma ideia da situação enfrentada pelo atual governo, o déficit deste ano está estimado em 13% do orçamento – ou seja, em valores nominais, o governo vai gastar R$ 5,4 bilhões a mais do que arrecada. Boa parte pode ser explicada por uma característica peculiar do governo gaúcho: trata-se do único governo estadual que gasta mais com a herança de gestões passadas do que com políticas que visam o presente ou o futuro. Os gastos com previdência chegam a 29% do orçamento, as pensões estão em 7% e a dívida em 14,7%.
previdência pública estadual é de longe o quadro mais crítico e o que levanta maior alerta para o Brasil. O número de aposentados e pensionistas é maior do que o de funcionários na ativa. O resultado pode ser resumido nesta estatística assustadora: o déficit da previdência gaúcha, sozinho, custa mais do que a soma de todos os investimentos em educação, saúde, segurança, infraestrutura, esporte, lazer e cultura.
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Por conta disso, o Rio Grande do Sul é o estado que menos investe no país, em relação a sua receita. A situação agrava ainda mais os problemas enfrentados pela própria economia gaúcha e faz do RS o estado que menos cresceu nos últimos 15 anos (dado também decorrente de secas e quebras de safra, já que a agricultura e a indústria ligada a ela correspondem por 1/3 do PIB estadual).

Empurrar o problema com a barriga não adiantou

A explicação para o descontrole nas contas públicas estaduais, que podem até mesmo sofrer uma intervenção federal, está em uma questão mais profunda: trata-se de uma opção política.
Em 2005, a Assembleia Estadual aprovou por ampla maioria a criação de uma lei que permitiria ao governo sacar até 70% dos depósitos judiciais – um fundo onde as partes de um processo depositam um valor que será devolvido quando o juiz decidir o mérito da questão. Em resumo, se você entra na justiça pedindo uma indenização de alguém, a outra parte do processo pode ser obrigada a depositar o valor neste fundo para garantir que você receberá se estiver certo, e o governo aprovou uma lei que o permite pegar parte desse dinheiro para ele.
Durante um período de 6 anos, o fundo servia como recurso de emergência, do qual sacaram-se R$2 bilhões. No período seguinte, quando o petista Tarso Genro (PT) assumiu o governo, sacar o dinheiro alheio virou regra. Tarso sacou em 4 anos 270% mais do que os 2 governadores que o antecederam.
Tarso optou politicamente por “não gerar um déficit social”, investindo o dinheiro de empréstimos (junto a bancos como BNDES e BID), em aumentos salariais para funcionários públicos e gastos de custeio. O resultado dessa escolha é fácil de ser observado.
Os depósitos judiciais são remunerados de acordo com a taxa de juros do Banco Central, neste caso, os R$ 7.7 bilhões sacados por Tarso dos depósitos, possuem um custo aproximado de R$ 1 bilhão anuais em juros. Para efeito de comparação, o custo que o saque de Tarso deixa ao governo atual é pouco menor do que o de todo o resto da dívida estadual com a União.
Este ano, em meio a crise que faz do desemprego no país o maior em 5 anos, e o PIB ter uma queda de prováveis 2%, o governo estadual simplesmente quebrou. As receitas do orçamento eram falsas, estavam superestimadas, enquanto as despesas estavam subestimadas.
Para contornar a situação o governo decidiu cortar gastos (medida insuficiente), e provavelmente terminará por aumentar impostos.
Outra medida a ser anunciada em breve é a privatização de algumas das 16 estatais do estado, nas áreas de energia, armazenagem, bancos, mineração, gás natural, saneamento e até mesmo artes gráficas (sim, o governo gaúcho possui uma gráfica!). A única questão a ser encarada neste ponto, trata de uma lei que determina a realização de plebiscitos para aprovação do processo de privatização.
Mas o que há a se observar diante do caos, é a verdadeira natureza do Estado. Os salários de julho terminarão de ser pagos dia 13 de agosto (cerca de 70% dos funcionários terão recebido tudo nesta data), motivo pelo qual o funcionalismo se prepara para uma greve geral.

As lições para o Brasil

O Rio Grande do Sul é o mais perfeito exemplo do como os políticos agem para preservar antes de tudo a si mesmo, deixando a sociedade em segundo plano. Na situação atual, não é raro encontrar aqueles que se referem ao e ex-governador Tarso Genro como “aquele que pelo menos pagava em dia”, numa clara alusão de que a relação com o funcionalismo é o parâmetro a se avaliar um governo. Se o salário dos funcionários públicos está aumentando e em dia, tudo bem, ainda que isso prejudique todos o “resto” dos gaúchos e até mesmo os próprios funcionários no longo prazo.
A conta pode demorar e ser empurrada com a barriga, mas ela sempre chega.
Muitos negam a crise, creditam a situação atual a uma tentativa do atual governador de forçar privatizações, aumentos de impostos e medidas nesta linha, mas a única certeza que podemos ter a respeito é a de que, quando um governo gasta mais do que arrecada, ele vai falir (e tentará levar toda sociedade junto).
A população brasileira é mais jovem que a gaúcha, mas está envelhecendo e as regras da previdência seguem sem fazer o menor sentido econômico, especialmente quando se trata de funcionários públicos. No plano nacional, os cerca de 935 mil aposentados e pensionistas do serviço público geram um déficit anual de R$ 62 bilhões, enquanto os outros 28 milhões de aposentados do INSS geram um déficit que equivale a pouco mais da metade.
Boa parte da classe média brasileira estuda para concursos públicos porque o governo paga bem, dá estabilidade e tudo aquilo que todo mundo conhece, mas a “república dos concurseiros” tem um custo. Quando eu digo que o Brasil não corre o menor risco de dar certo, é por saber que no futuro próximo nenhum político vai querer desarmar essa bomba para não ter que enfrentar o chororô.
Ou o Brasil inteiro aprende que nada que o governo oferece é gratuito e que não dá para ser irresponsável com os gastos públicos, ou a próxima geração de brasileiros entrará no mercado de trabalho tendo que pagar 60% de carga tributária sem receber quase nada de volta. A outra solução é aprovar uma lei revogando a matemática.
Se conferir-mos os gráficos veremos que nos Governos (APÓS MILITARISMO), Governo como de Jair Soares, Alceu Colares e Antônio Brito a dívida do estado QUADRIPLICOU, saltando de 7,9% para 50,99% nos gastos. Os únicos Governadores que não elevaram a dívida do estado e deixaram no negativo (O que é Bom) foi na Gestão de Pedro Simon que ficou no - 6,97%(ótimo) e de Olivio Dutra que fico em torno de -1,93%. Embora criticados por muitos, os últimos governadores que foram competentes em relação as contas do governo gaúcho foi a gestão de Germano Rigotto que ficou com cerca de 0,35 % e Yeda Crusious com cerca de 1,40 %. Bem Longe de Tarso Genro que gira em torno de 13,91%. Lamentável, Tarso Faliu e Sartori levou a culpa.
"... Perguntas até hoje ficam ... Será que a presidenta Dilma, realmente cobrava a divida da união com seu correligionário de partido (PT) ? O que Tarso fez com os 3,5 Bilhões em caixa que o ex- Governador Germano Rigotto (PMDB) e os outros 4 Bilhões que a ex-Governadora Yeda Crusios (PSDB), (Somando 7 Bilhões de Reais) deixaram em caixa ? As dividas com ditadores AFRICANOS E CUBANOS que Dilma perduou, e o que acontece que quando o atual Governador José Ivo Sartori vai para Brasília conversar ela se recusa a recebe-lo? O que o Réu Tarso Genro que hoje mora no Rio de Janeiro, tem a dizer sobre o Tribunal de Justiça do Rio grande do Sul, o ter condenado por improbidade administrativa em primeira e segunda instância ? 
Ficam as perguntas e somem as respostas ..."

domingo, 2 de agosto de 2015

#AprendendoComJesus #MomentoOração

5 LIÇÕES DE JESUS SOBRE A ORAÇÃO !



Hoje em dia a oração tem sido deixada de lado por muitos de nós. Sem perceber, estamos abrindo mão desse tempo de intimidade com o Senhor por causa do excesso de trabalho, dos estudos, das tarefas de casa, da internet, programas de televisão, etc. Enfim, qualquer coisa que prenda a nossa atenção por mais tempo do que deveria, tem tomado o lugar que Deus deveria ocupar em nossa vida.

Você tem sido uma dessas pessoas? Você costuma orar todos os dias? É provável que muitos digam não, pois quase não temos orado hoje em dia. A Bíblia é muito clara ao afirmar que Jesus é o modelo que deve ser seguido por todos os cristãos (Efésios 5:1,2) e isso não seria diferente quando o assunto é oração. Não quero que você fique se lamentando pelo pouco tempo que tem orado, em vez disso, quero falar com você sobre cinco lições que aprendi com Jesus sobre oração para você aplicar em seu dia a dia:


1) JESUS TINHA UMA ROTINA DE ORAÇÃO


A maioria dos filhos de Deus só lembra que precisa orar, quando as coisas não vão bem ou quando elas fogem do nosso controle. Jesus, porém, era diferente. Muitas vezes Ele parava tudo o que estava fazendo e se retirava para orar. "Tendo despedido a multidão, subiu sozinho a um monte para orar. Ao anoitecer, ele estava ali sozinho" (Mateus 14:23).

Jesus tinha uma rotina de oração e não a abandonava por nada. E nós precisamos aprender a fazer o mesmo, dedicando um tempo do dia para estar com Deus, independente se as coisas vão bem ou não.


2) JESUS ORAVA QUANDO AS COISAS IAM MAL


Jesus passou por muitos momentos difíceis enquanto esteve aqui na Terra e a Bíblia mostra que em todos eles, Ele orou - inclusive quando se aproximava o momento de Sua morte: "E retirou-se outra vez para orar: "Meu Pai, se não for possível afastar de mim este cálice sem que eu o beba, faça-se a tua vontade" (Mateus 26:42).

Com essa atitude, Jesus nos ensina que devemos depender de Deus em toda situação, até naquelas em que não vemos uma saída. Algumas pessoas abandonam ao Senhor quando as coisas pioram, e outras tentam resolver à sua maneira, olhando para todos os cantos, mas nunca para o Alto. Jesus, porém, nunca duvidou do amor e cuidado do Pai, por isso sempre pedia para que a vontade Dele fosse feita.


3) JESUS COLOCOU A VONTADE DO PAI ACIMA DA DELE


Para mim, esse é um dos maiores ensinamentos que Jesus nos deixou. Muitos líderes têm ensinado as pessoas a exigirem coisas a Deus em suas orações. Elas dão ordens ao Senhor achando que Ele é obrigado a cumpri-las. Mas Jesus fez exatamente o contrário. Ele foi submisso ao Pai em oração, expôs a sua angústia, creu no Seu poder, mas se submeteu à Sua vontade, ainda que ela significasse a Sua morte na cruz. - "Ele se afastou deles a uma pequena distância, ajoelhou-se e começou a orar: ‘Pai, se queres, afasta de mim este cálice; contudo, não seja feita a minha vontade, mas a tua’" (Lucas 22:41-42).
 
Com Ele, aprendemos que a maneira correta de finalizar nossas orações é sempre dizer a Deus que confiamos em Sua vontade.


4) JESUS ORAVA ANTES DAS DECISÕES IMPORTANTES


Durante o seu ministério, Jesus teve que tomar grandes decisões. Se Ele tomasse alguma decisão errada, os resultados poderiam impactar toda a humanidade. Por isso, Ele estava sempre orando! Certa vez, antes de escolher os 12 homens que seriam seus discípulos, Jesus orou a noite toda: "Num daqueles dias, Jesus saiu para o monte a fim de orar, e passou a noite orando a Deus. Ao amanhecer, chamou seus discípulos e escolheu doze deles, a quem também designou como apóstolos" (Lucas 6:12,13). Com isso, aprendemos que, antes de tomarmos qualquer decisão, devemos colocá-la diante do Senhor em oração.


5) JESUS NÃO MURMUROU. ELE OROU


A Bíblia conta que, certa vez, Jesus pregava para uma grande multidão. As horas se passavam e aquele povo começou a sentir muita fome. Acredito que Ele e os seus discípulos também já queriam comer alguma coisa, pois já tinham trabalhado muito naquele dia. Porém, não havia quase nada para alimentar aquelas milhares de pessoas - só alguns pães e peixes. Os apóstolos, inclusive, já pensavam em uma maneira de mandar todo mundo para casa para se livrarem daquele problema. Jesus, no entanto, não reclamou; Ele preferiu orar: "Então Jesus tomou os pães, deu graças e os repartiu entre os que estavam assentados, tanto quanto queriam; e fez o mesmo com os peixes" (João 6:11). Assim, Jesus nos ensina que o caminho da oração é muito melhor do que o da murmuração!


CONCLUSÃO


Diante dessas cinco lições ensinadas por Jesus, espero que você reveja a sua vida de oração e separe um tempo para falar com Deus todos os dias. Ele está ao seu lado, com Seus ouvidos inclinados, prontos para te ouvir. "E tudo o que pedirem em oração, se crerem, vocês receberão" (Mateus 21:22).


Fonte:
 Saite Oficial Pastor Antonio Junior

quarta-feira, 17 de junho de 2015

#TCU #Da #30 #Dias #Para #Dilma #Se #Explicar

Tribunal de Contas da União (TCU) da 30 dias para a presidenta 

Dilma se explicar sobre as irregularidades das  famosas 

"pedaladas" fiscais feitas pelo seu governo.

Tribunal de Contas da União diz que governo cometeu crime, Dilma terá 30 dias, para se explicar, caso contrário a atual presidenta, irá responder pelo crime de  responsabilidade fiscal, podendo sofrer o tão pedido impeachment.

Entenda o caso. Quais são ?




1. Não contabilização de dívidas do governo junto Banco do Brasil, BNDES e FGTS (R$ 40,2 bilhões acumulados até 2014).
Descumprimento da LRF (art. 1).
2. Adiantamento da Caixa para pagar Bolsa Família, Seguro Desemprego e Abono Salarial (R$ 7 bilhões em 2014).
Descumprimento da LRF (arts. 1, 32, 36 e 38).
3. Adiantamentos concedidos pelo FGTS à União para cobertura de despesas no âmbito do Programa Minha Casa Minha Vida (R$ 1,4 bilhão).
Descumprimento da LRF (art. 32).
4. Adiantamentos concedidos pelo BNDES à União para cobertura de despesas no âmbito do PSI (Programa de Sustentação do Investimento).
Descumprimento da LRF (arts. 1, 32, 36).
5. Ausência de rol de prioridades e metas no Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2014.
Descumprimento da Constituição (art. 165).
6. Pagamento de dívida contratual junto ao FGTS do Minha Casa, Minha Vida sem autorização do Orçamento
Descumprimento da LRF (arts. 1, 3, 5 e 32) e da Constituição (arts. 167)
7. Uso de recursos além do aprovado no Orçamento por estatais ligadas à Petrobras, Telebras e Eletrobras.
Inobservância da Constituição (arts. 167).
8. Execução de despesa de investimento sem dotação no orçamento de estatais ligadas à Petrobras e Eletrobras.
Inobservância da Constituição (arts. 167).
9. Ausência de contingenciamento de despesas discricionárias da União de pelo menos R$ 28,54 bilhões, quando já se sabia que não haveria dinheiro para gastar.
Descumprimento da LRF (art. 1 e 9).
10. Condicionamento de aumento de gastos públicos à aprovação de lei no parlamento que mudava meta de superavit.
Inobservância da Constituição (art. 37), da LRF (art. 1) e da Lei Orçamentária (Art. 118).
11. Inscrição irregular em Restos a Pagar (dívida de curto prazo) de R$ 1,367 bilhão referentes a despesas do Programa Minha Casa Minha Vida no exercício de 2014.
Descumprimento da Constituição (art. 37), da LRF (art. 1) e da Lei que regula os orçamentos (arts. 36, 35 e 67).
12. Omissão de transações deficitárias da União junto ao Banco do Brasil, ao BNDES e ao FGTS nas estatísticas dos resultados fiscais de 2014.
Descumprimento da LRF (art. 1) e da Constituição (art. 37).
13. Existência de distorções no Plano Plurianual 2012-2015 tornado-o sem confiabilidade.
Descumprimento da Constituição (art. 37).
Opinião: 
Amigos, numa decisão histórica, os ministros do TCU deram 30 dias para a Dilma explicar todas as falcatruas nas contas do governo em 2014. O relator do caso, ministro Augusto Nardes, que foi contundente contra a presidente, agiu bem ao notificá-la para se defender, pois, caso contrário, ela poderia alegar que não foi ouvida e ir ao Judiciário para anular a decisão do TCU! Estou muito confiante que as contas dela serão rejeitadas, pois o Ministério Público e o relator já apontaram inúmeras ilegalidades! Com a desaprovação das contas, o melhor está por vir: "a presidente poderá ter seu mandato cassado"!!! Relatou o Lider do PSDB na câmara  Dep. Fed. (SP) Carlos Sampaio.



Foto: Lula Marques
Fonte: Site Oficial Senador Aécio Neves