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quinta-feira, 2 de agosto de 2012

STF(supremo tribunal federal) começa a julgar o caso do MENSALÃO !  entenda o caso ....


Lula e José Dirceu/AFP O Supremo Tribunal Federal começa nesta quinta-feira a julgar os 38 réus acusados de envolvimento com o mensalão, maior escândalo político da história recente do Brasil.
(José Dirceu (na foto com Lula), à época ministro da Casa Civil, foi acusado de chefiar o esquema) 
[AO LADO]




  A corte analisará as denúncias de que, entre 2003 e 2005, membros do governo Luiz Inácio Lula da Silva desviaram recursos públicos para comprar apoio político. O julgamento ocorrerá às vésperas da eleição municipal, em outubro, e deve levar pelo menos um mês.  A BBC Brasil preparou uma série de perguntas e respostas sobre o caso.

ENTENDA O

 CASO !!!

O que foi o mensalão? 

Foi o suposto esquema de desvio de recursos públicos para comprar apoio político para o governo Lula e pagar dívidas de campanhas eleitorais. A denúncia diz que políticos da coalizão governista recebiam pagamentos mensais para apoiar a gestão petista. O escândalo provocou um grave abalo no governo Lula.

Como o caso veio à tona?

O escândalo ocorreu em 2005 quando o então deputado federal Roberto Jefferson (PTB-RJ) acusou o PT de pagar o equivalente a R$ 30 mil por mês a políticos aliados desde 2003. A denúncia levou à queda de vários congressistas e membros do alto escalão do governo. José Dirceu, à época ministro da Casa Civil, foi acusado de chefiar o esquema. Ele renunciou e, alguns meses depois, também perdeu o cargo no Congresso.

Ao longo do processo, os advogados de defesa tentaram várias vezes bloquear o julgamento ou desmembrá-lo, alegando que parte dos réus deveria ser julgada em cortes mais baixas. Segundo a legislação brasileira, somente altas autoridades devem ser julgadas pelo STF. Os pedidos foram negados, já que a corte avaliou que a denúncia se refere a um único esquema.


 De onde o dinheiro usado no esquema veio, segundo a denúncia?

A PGR diz que o montante veio de empréstimos fictícios e do orçamento do governo para publicidade. Segundo o órgão, bancos e agências de publicidade ajudaram a fazer os pagamentos, em troca de contratos com o governo e vantagens.


Quais são as denúncias?

Os 38 réus, entre os quais políticos e empresários, respondem por uma série de crimes, como lavagem de dinheiro, formação de quadrilha, corrupção passiva e ativa, peculato, evasão de divisas e gestão fraudulenta.
A denúncia diz que Dirceu e outros líderes do PT, juntamente com banqueiros e publicitários, formaram uma organização criminosa que usava recursos públicos e privados em troca de favores políticos. Lula não está diretamente envolvido e disse, após o escândalo, que se sentia "traído".


Meses depois, porém, ele reduziu a importância das acusações, dizendo que o PT tinha se comportado como os outros partidos.

O que os réus dizem sobre as acusações?
 Alguns admitem ter recebido dinheiro, mas negam que os pagamentos eram feitos para garantir apoio político. Eles dizem que o esquema era uma forma de pagar dívidas de campanhas eleitorais. Ainda que ilegal, já que as dívidas não haviam sido declaradas, a prática é comum na política brasileira. Outros réus negam ter cometido qualquer ilegalidade.



O processo afeta o governo da presidenta Dilma?

  Analistas dizem que é pouco provável, já que maioria dos políticos envolvidos no escândalo não integra o governo. No entanto, caso os réus sejam condenados, o PT pode sofrer uma derrota às vésperas da próxima eleição municipal, em outubro.

Por que o caso levou tanto tempo para ser julgado?

Após as primeiras denúncias, a Procuradoria-Geral da República (PGR) levou mais de um ano para preparar o caso e apresentá-lo ao STF. Outro ano se passou antes que a corte aceitasse julgar o caso. Desde então, mais de 600 testemunhas foram ouvidas.



Rebeldes denunciam novo massacre e atacam base militar na Síria


  Os rebeldes sírios acusaram nesta quinta-feira o regime do presidente Bashar al-Assad de matar ao menos 70 pessoas em um novo massacre na capital, Damasco. Em Aleppo, os opositores capturaram um tanque de guerra e atacaram uma importante base militar.

  As notícias chegam ao mesmo tempo em que Kofi Annan, ex-secretário-geral da ONU, renunciou ao papel de enviado especial das Nações Unidas e da Liga Árabe para a Síria
 De acordo com os rebeldes, as forças sírias teriam ido "de porta em porta" em Damasco exigindo documentos de civis e executando sumariamente muitos deles. A TV estatal diz que "dezenas de terroristas" se renderam ou foram mortos durante a operação. 
  Testemunhas relataram à agência de notícias Reuters terem visto ao menos 35 corpos amontoados em um subúrbio, e outras dezenas de cadáveres teriam sido encontrados com marcas de balas em outros bairros.
As acusações chegam em meio à escalada de violência no país.
Os confrontos em Damasco continuam e em Aleppo, segunda maior cidade do país, rebeldes e forças do governo aumentaram os embates pelo controle de alguns bairros.
Em um novo desdobramento, comandantes rebeldes disseram ter capturado um tanque de guerra do Exército sírio e atacado a estratégica base militar de Menagh, ao norte de Aleppo, de onde o regime vinha lançando artilharia contra os opositores.
Um repórter da agência de notícias France Presse e o Observatório Sírio de Direitos Humanos, organização baseada em Londres, confirmaram a captura do tanque.

Execuções

Também nesta quinta-feira houve acusações de execuções sumárias por parte dos rebeldes.
Aleppo Foto: AFP
O Conselho Nacional Sírio (CNS), organização que reúne os opositores, criticou militantes que executaram prisioneiros de milícias pró-governo em Aleppo.
Imagens de um vídeo postado na internet mostram os rebeldes posicionando os detidos, que pertenceriam às Shabiha, milícias pró-Assad acusadas de promover torturas e mortes de civis, diante de um muro, pouco antes de executá-los.
Organizações de direitos humanos condenaram os atos, que podem ser classificados como crimes de guerra.
Instabilidade
Jim Muir, analista da BBC baseado no Líbano, diz que até o momento a iniciativa dos combates em Aleppo parece ser dos rebeldes.
"É difícil obter uma visão estratégica do que está acontecendo em Aleppo (...) mas parece muito diferente do que aconteceu em Damasco, onde as forças do governo reagiram prontamente e expulsaram os rebeldes da cidade em um processo sistemático que levou menos de uma semana".
Ele destaca ainda que o Exército do regime parece ainda não ter colocado em uso todo o seu poder de fogo na região, o que dá espaço para os opositores avançarem.
"Ao capturar um estratégico ponto de fronteira em Anadan, os rebeldes abriram uma rota direta de suprimentos na fronteira com a Turquia, de onde acredita-se que eles tenham recebido armamentos capazes de disparar mísseis antiaéreos", diz Muir.
Na visão do analista a instabilidade e demora das forças pró-Assad em organizar uma ofensiva têm dado mais tempo aos rebeldes para aumentarem seu controle em Aleppo.



quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Mercosul recebe Venezuela e se transforma na "quinta maior economia mundial"
Dilma destacou que a Venezuela "tem as maiores reservas comprovadas de petróleo do mundo", mas ponderou que o país deve "avançar em sua industrialização".


    1º de agosto de 2012 - A Venezuela ingressou nesta terça-feira oficialmente como membro pleno do Mercosul em uma cúpula extraordinária que contou com a presença dos presidentes deste país, do Brasil, da Argentina e do Uruguai, e na qual foi destacado o peso econômico do novo parceiro do bloco.
     "O Mercosul se transforma agora na quinta economia mundial", com um Produto Interno Bruto (PIB) de 3,3 trilhões de dólares, e se consolida como uma "potência" nas áreas de energia e produção de alimentos, declarou Dilma Rousseff ao oficializar a entrada da Venezuela como quinto membro do bloco.
   Dilma deu uma "calorosa boas-vindas" a "todo o povo venezuelano" ao Mercosul, que agora passa a ser uma zona econômica com 270 milhões de habitantes e que representa 70% da população sul-americana. O Brasil exerce neste semestre a presidência rotativa do bloco.
      A Venezuela demonstrou seu peso econômico no Mercosul ao assinar em Brasília, antes da cúpula extraordinária, um contrato para a compra de seis aviões modelo E190 da Embraer, que serão destinados à companhia aérea Conviasa, com opção de compra de outras quatorze aeronaves.  O contrato tem um valor de US$ 270 milhões e pode alcançar US$ 900 milhões caso a Venezuela confirme todas as opções de compra.


Diante dos presidentes da Venezuela, Hugo Chávez, da Argentina, Cristina Kirchner, e do Uruguai, José Mujica, a governanta brasileira convidou "os setores empresariais de toda a região a participar ativamente deste momento" e aproveitar os novos espaços para o comércio e os investimentos que podem se abrir com a ampliação do bloco.
  
    Dilma destacou que a Venezuela "tem as maiores reservas comprovadas de petróleo do mundo", mas ponderou que o país deve "avançar em sua industrialização". A presidenta afirmou que a entrada da Venezuela no bloco representa "um novo universo de oportunidades" para os sócios do Mercosul.
Chávez admitiu essa realidade e declarou que a entrada no Mercosul é "a maior oportunidade histórica em 200 anos na Venezuela, um país que por modelos de desenvolvimento impostos estava condenado antes ao subdesenvolvimento, ao atraso e à miséria".

O líder bolivariano ressaltou o "interesse" de seu país "em sair desse modelo e estimular um novo modelo agrícola", frisando que a Venezuela tem "mais de 30 milhões de hectares" de terras disponíveis.


    "O Mercosul é sem dúvida a maior locomotiva para garantir nossa independência e acelerar nosso desenvolvimento", afirmou Chávez em Brasília.
Cristina Kirchner dedicou a maior parte de seu discurso a criticar os países desenvolvidos por sua atuação frente à crise financeira, mas também valorizou as "potencialidades" que a entrada da Venezuela traz ao bloco. 
     Para a presidenta Argentina, o ingresso do país é uma resposta aos que duvidavam do futuro do bloco.
      
      Mujica concordou com Chávez que "nunca ao longo da história" a América do Sul teve "uma oportunidade como esta" e afirmou: "é agora ou nunca". O líder ressaltou, no entanto, que a região continua sendo "uma das mais ricas e uma das mais desiguais do mundo".
Paraguai, um dos quatro fundadores do Mercosul, foi o único ausente da reunião, pois foi suspenso do bloco pelos outros três países-membros em 29 de junho, na cúpula de Mendoza (Argentina), em função do impeachment de Fernando Lugo da presidência.
Nos discursos de hoje, a única referência ao Paraguai foi feita por Dilma, que voltou a defender a decisão de suspender o país e atribuiu a medida a um "inequívoco compromisso do Mercosul com a democracia".


    Segundo Dilma, "a perspectiva é que o Paraguai normalize sua situação interna e recupere todos seus direitos plenos no Mercosul".


    O Congresso do Paraguai era o único que não tinha aprovado a incorporação plena da Venezuela, país que tem quatro anos de prazo para se adaptar à normativa comercial do Mercosul.



Em alta, Silvio Santos provoca Globo, Edir Macedo e apóstolo Valdemiro...

'Homem do Baú, empresario e dono do SBT' se diverte em seu programa e alfineta adversários, para delírio de sua plateia


A retomada de poder do SBT na audiência, com bons resultados nos últimos meses e um reaparecimento da emissora no posto de vice-líder do Ibope parece vir deixando ainda mais de bem com a vida Silvio Santos, que caprichou nas brincadeiras e provocações às concorrentes neste domingo (29).
Em determinado momento de seu programa, em um quadro de adivinhações, Silvio envolveu a Globo em uma piadinha, ao reparar que a resposta da charada era 'Gabriela', novela da rival. "Olha aí, o cara que faz isso trabalha no SBT e faz propaganda pra Globo. Nesse povo de televisão a gente não pode confiar. Eles vão pra quem paga mais", se divertia Silvio.
Para logo depois, não poupar a Record, ao citar a concorrente em uma charada envolvendo as Olimpíadas de Londres, cuja transmissão exclusiva na TV aberta pertence ao canal deEdir Macedo. "De novo… Quando não é de uma é de outra, essa produção… Ô, Fabiano (diretor da atração), manda embora! Mas dá um motivo pra demissão, porque se não ele vai na Justiça e pede indenização. Ah, já sei, fala que ele assediou uma bailarina e dá um cachê pra uma delas confirmar a história", disparou o Homem do Baú, para delírio geral da plateia.
E, para finalizar, provocações à solta, tanto em direção a Edir Macedo como ao popular apóstolo evangélico Valdemiro Santiago. "O bispo Macedo estava reclamando que o nome da escola de ‘Carrossel’ era Mundial e que devia ser Universal. Eu falei pra ele: "Se você me pagar mais que o Valdemiro (integrante da Igreja Mundial do Poder de Deus), eu troco o nome. Eu digo que a escola faliu e que a partir de agora será outra, a Escola Universal. E ainda te dou 10% para o dízimo". Na lata. Tem como não amar Senor Abravanel?

segunda-feira, 30 de julho de 2012


EUA apresentam a Israel plano de ataque contra o Irã, diz jornal Israelense

Conselheiro teria detalhado armas e capacidade de atingir usinas subterrâneas; autoridade israelense desmente informação, que surge enquanto Romney apoia ação unilateral de Israel

A principal autoridade de segurança do governo de Barack Obama informou Israel sobre os planos de ataque dos EUA ao Irã, buscando reassegurar seu aliado de que Washington está preparado para agir militarmente se a diplomacia e as sanções fracassarem em pressionar Teerã a abandonar seu programa de enriquecimento de urânio, informou neste domingo o Haaretz. Sob condição de anonimato, uma autoridade israelense disse que a matéria do jornal israelense estava incorreta.
De acordo com o Haaretz, o conselheiro de Segurança Nacional Tom Donilon apresentou os planos ao primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, em um jantar durante uma visita a Israel no início deste mês. O diário citou como fonte uma autoridade não identificada dos EUA. A informação surgiu enquanto o candidato presidencial republicano, Mitt Romney, dizia a Israel que apoiaria um ataque militar israelense contra o Irã.
A autoridade americana também disse que Donilon compartilhou informação sobre as armas dos EUA que poderiam ser usadas em tal ataque e sobre a habilidade do Exército americano de alcançar as instalações nucleares iranianas subterrâneas, disse o jornal. A publicação também cita outro oficial envolvido nas negociações com Israel concluindo que "o momento para uma operação militar contra o Irã ainda não chegou".
Sob condição de anonimato, a autoridade israelense disse: "Nada nesse artigo está correto. Donilon não jantou com o premiê, não manteve com ele um encontro bilateral nem apresentou planos operacionais de ataque ao Irã." Ele não tinha nenhuma informação quando questionado se Donilon discutiu qualquer tipo de planos de ataque com qualquer autoridade israelense. De acordo com o Haaretz, outra autoridade israelense participou de parte do encontro.
A embaixada dos EUA não fez nenhum comentário sobre o assunto, assim como a Casa Branca. Haaretz citou que Tommy Vietor, porta-voz do Conselho de Segurança Nacional dos EUA, rejeitou comentar sobre a conversa confidencial entre Netanyahu e Donilon.
Israel e os EUA pensam que o objetivo final do Irã é desenvolver tecnologia para armas nucleares, e não apenas produzir energia e isópotos médicos, como Teerã alega. Autoridades americanas temem que Israel possa atacar as instalações atômicas do Irã prematuramente e têm tentado convencer os líderes israelenses que podem contar com Washington para evitar que o Irã se torne uma potência nuclear.
Os líderes de Israel repetidamente disseram que não dependerão de outra nação para a segurança de seu próprio país.

Presidenta Dilma critica protecionismo em conversa com Obama na Colômbia

Presidente e outros líderes participam da Cúpula das Américas.  Ela falou em medidas para evitar que setor industrial seja 'canibalizado'.




A presidenta Dilma Rousseff afirmou neste sábado (14), ao lado dos presidentes da Colômbia, Juan Manuel Santos, e dos Estados Unidos, Barack Obama, que a expansão monetária dos países desenvolvidos, em especialmente os da zona do euro, é uma forma de protecionismo e um obstáculo ao comércio de bens e serviços dos países emergentes.
Ela participou de uma conversa pública com os dois presidentes no encerramento do fórum empresarial prévio à abertura da 6ª Cúpula das Américas, em Cartagena das Índias, na Colômbia.
Segundo a presidente, a expansão monetária dos países mais desenvolvidos torna as economias dos países emergentes uma "presa fácil de processos de desindustrialização".
"A política monetária expansionista, sozinha, ela contém um fator de protecionismo que se caracateriza pelo fato de que essas moedas, quando elas não têm para onde ir, elas vão para aqueles mercados que são vistos como mais estáveis", disse a presidente.
Dilma, com os presidentes da Colômbia, Juan Manuel Santos, e dos Estados Unidos, Barack Obama (Foto: AFP)
Ela afirmou que, diante desse cenário, os países emergentes precisam se defender. "É claro que nós temos de tomar medidas para nos defender - veja bem, eu usei a palavra defender e não proteger. Defender é diferente de proteger. A defesa significa que nós vamos ter de perceber que nós não podemos deixar que nossos setores manufatureiros sejam canibalizados", declarou.
Ela já havia manifestado a preocupação semelhante ao próprio Obama durante visita aos Estados Unidos no último dia 9. Antes, no dia 1º, havia afirmado que os países em desenvolvimento eram alvos de um "tsunami monetário".
Na visita aos EUA, a presidente afirmou que as políticas expansionistas de países ricos levam à desvalorização das moedas nesses países, comprometendo o desenvolvimento dos países emergentes. Depois, repudiou o protecionismo em conversa com empresários norte-americanos.  No encontro com os colegas da Colômbia e EUA neste sábado, Dilma destacou "a importância" da economia norte-americana e defendeu a necessidade de integração entre as economias dos países das Américas. "Temos um potencial de integração muito grande. A articulação serve para enfrentar a crise", declarou.
Obama afirmou que o hemisfério está "muito bem posicionado na economia mundial" e apontou um crescimento de 46% do comércio entre os Estados Unidos e os países da América Latina e do Caribe. "Nunca estivemos tão entusiasmados em trabalhar com nossos irmãos da América Latina", afirmou.
O anfitrião Juan Manuel Santos, presidente da Colômbia, observou que estava "sentado entre dois titãs" e disse que compartilhava das preocupações de Dilma com as políticas monetárias expansionistas.

domingo, 29 de julho de 2012

Sylvester Stallone faz 66 anos e estreia filme de ação com outros veteranos

Protagonista de "Rambo" e "Rocky" prepara o lançamento de "Os Mercenários 2", em que contracena com Van Damme, Arnold Schwarzenegger e Chuck Norris




A dupla irá estrelar o filme 'The Tomb'. Foto: The Grosby Group"Estou entusiasmado para trabalhar com dois ícones como Stallone e Schwarzenegger", disse o produtor Mark Canton, de 300. "É a combinação perfeita para este thriller explosivo!". Em agosto, está prevista a estreia de outro longa-metragem com os dois, Os Mercenários 2, atualmente em fase de pós-produção.


O nova-iorquino Sylvester Gardenzio Stallone completa 66 anos nesta sexta-feira (6). Conhecido por seus papéis em filmes de ação, o ator fez fama ao estrelar "Rocky", que escreveu, e "Rambo", duas franquias de sucesso nos anos 1970 e 1980.


Após tentativas fracassadas no terreno das comédias e dramas, com filmes como "Pare! Senão Mamãe Atira" (1992) e "Cop Land" (1997), Stallone recolocou sua carreira nos eixos recuperando seus personagens mais conhecidos.





Arnold Schwarzenegger, 64 anos, foi fotografado na última terça-feira (19) com seu novo cavanhaque  Foto: The Grosby Group"Rocky Balboa", de 2006, teve custo de US$ 24 milhões (R$ 47 milhões) e rendeu US$ 155 milhões (R$ 308 milhões) em bilheteria. Já "Rambo IV", lançado em 2008, fez US$ 113 milhões (R$ 224 milhões) ao custo de US$ 50 milhões (R$ 99 milhões).
A volta por cima foi segmentada em 2010 com                           "Os Mercenários". No filme, Stallone interpreta um veterano de guerras que comanda um time de soldados da fortuna. No elenco, além de nomes conhecidos como Jason Statham e Jet Li, estão os veteranos Dolph Lundgren e Mickey Rourke.
sucesso do longa garantiu a sequência, que repete não apenas os nomes já citados (exceto Rourke) como acrescenta velhos conhecidos dos filmes de ação, caso de Chuck Norris, Jean-Claude Van Damme, Bruce Willis e Arnold Schwarzenegger – os dois últimos, amigos de longa data de Stallone, haviam feito uma ponta no filme anterior.
"Os Mercenários 2" estreia no Brasil em 31 de agosto.
     VEJA O TRAILER AO LADO !