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quinta-feira, 25 de abril de 2013

Parque ecológico do México bate recorde de reprodução de várias espécies de Araras

Guinness registrou recorde de instituição, após nascimento de 132 araras. A meta é reproduzir 500 animais em um ano, diz diretor do parque Xcaret.


Araras-vermelhas voam soltas no parque Xcaret, na Riviera Maia, perto da cidade de Playa del Carmen, no México. O parque foi reconhecido como recordista pelo livro Guinness depois de registrar 132 araras-vermelhas nascidas em suas dependências. (Foto: Elizabeth Ruiz/AFP)

O parque ecológico mexicano Xcaret, situado na Riviera Maia, perto do balneário de Cancún teve um recorde registrado no livro dos recordes mundiais "Guinness" nesta quinta-feira (25), depois do nascimento de 132 araras vermelhas na instituição em 2012.

"O sonho há 25 anos era resgatar a arara vermelha do risco de extinção em que se encontrava pela depredação e o tráfico ilegal, e em 1994 nasceram as seis primeiras araras [no parque], até conseguirmos, em 2012, um total de 132 nascimentos", disse o presidente do parque ecológico e arqueológico, Miguel Quintana, em entrevista à AFP.
Kimberly Patrick, que atribui os recordes mundiais do Guinness, cumprimentou o parque Xcaret por seu programa de reprodução de araras. "Este é o único recorde mundial que reconhece os feitos de resgate e reprodução de espécies em vias de extinção", disse Patrick.
Atualmente, Xcaret tem dezenas de casais de araras vermelhas. A meta é reproduzir 500 indivíduos em um ano para "repovoar as selvas tropicais mexicanas e da América Latina", acrescentou Quintana.
Xcaret fica às margens do Caribe e oferece, entre suas atrações, a recriação do pré-hispânico Jogo de Pelota.
(Fonte g1.com.br)
Estrelas da Audi em Xangai, A3 e S3 sedã chegam ao Brasil em 2014

Modelo disputará jovens consumidores com o rival Mercedes-Benz CLA. Versão esportiva tem motor 2.0 TFSI de 300 cv; porta-malas leva 425 litros.


Audi S3 (Foto: Guilber Hidaka/Divulgação/Chery)


Grande atração da Audi no Salão de Xangai, o A3 sedã teve sua comercialização no mercado brasileiro confirmada nesta quinta-feira (25). O modelo, que passa a ser o três volumes de entrada da marca alemã, desembarca por aqui no "começo do ano", segundo a empresa; em "meados de 2014" chega a variante esportiva, planeja a Audi. 
Principal – e por enquanto único – rival  do Mercedes-Benz CLA, lançamento mundial da marca alemã, o A3 sedã tem 4,46 m de comprimento, 2,40 m de entre-eixos, 1,80 m de largura e 1,42 m de altura. Em relação ao concorrente, o Audi é 17 cm menor e 1,9 cm mais largo e baixo. No entre-eixos, o Mercedes leva vantagem de 6,3 cm. Quanto ao porta-malas, o A3 sedã leva 425 litros, contra 380 do A3 Sportback, do qual deriva.
As motorizações aplicadas no A3 Sportback são repetidas no A3 sedã: 1.4 TFSI de 140 cv, 1.8 TFSI de 180 cv (ambos a gasolina) e 2.0 turbodiesel de 150 cv. Já o esportivo S3 é equipado com um bloco 2.0 TFSI de 300 cv. Câmbios manual (seis marchas) e S-Tronic de dupla embreagem são as ofertas na gama A3/S3 sedã.
Assim como a Mercedes com o CLA, a Audi busca os jovens com o A3 sedã – mesmo aqueles com filhos (desde que pequenos). A marca alemã prevê que os maiores mercados para o lançamento serão o chinês e o norte-americano. Já na Europa, Rússia, Alemanha e Reino Unido concentrarão as vendas.
Audi S3 sedã (Foto: Guilber Hidaka/Divulgação/Chery)

(Fonte g1.com.br)
PEC que restringe STF 'fragilizará democracia', diz Ministro Joaquim Barbosa

Texto da PEC impõe limites aos poderes do Supremo Tribunal Federal.
Proposta foi aprovada em comissão da Câmara; plenário ainda tem de votar.


O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, afirmou nesta quinta-feira (25), por meio de sua assessoria, que a proposta de emenda à Constituição (PEC) que autoriza o Congresso a derrubar decisões da Corte "fragilizará a democracia" caso seja aprovada. Barbosa passou a semana nos Estados Unidos e deve voltar ao STF nesta sexta (26).
O que é a PEC 33
A proposta de emenda constitucional número 33 impõe limites ao poder do Supremo Tribunal Federal. Na prática, o STF deixaria de ter a última palavra sobre mudanças na Constituição. Leia mais
 A proposta, de autoria do deputado Nazareno Fontelles (PT-PI), prevê que, quando o STF decidir pela inconstitucionalidade de uma emenda à Constituição, o Congresso poderá reavaliar o ato do tribunal.  Se parlamentares discordarem da posição do Supremo, a questão, segundo o projeto, será decidida em um plebiscito.
A PEC também estabelece que, para o STF declarar a inconstitucionalidade de uma norma, serão necessários os votos de nove dos 11 ministros. Atualmente, bastam seis. O texto foi aprovado na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara (CCJ) e há duas ações no STF que pedem a suspensão da tramitação da PEC.
"Tem quase 80 anos a tradição já consolidada de se permitir que o Supremo Tribunal Federal declare a inviabilidade jurídica de uma lei votada pelo Congresso por violação de uma cláusula constitucional. Por que alterar isso agora, em pleno século 21? Essa medida, se aprovada, fragilizará a democracia", afirmou Barbosa.
O ministro Joaquim Barbosa durante sessão do Supremo Tribunal Federal (Foto: Nelson Jr. / STF)O ministro Joaquim Barbosa durante sessão do
Supremo Tribunal Federal (Foto: Nelson Jr. / STF)
Ainda segundo a assessoria, o presidente do Supremo disse que o princípio da separação de poderes existe para "neutralizar" abusos.
"Separação de poderes não é uma noção abstrata. Faz parte do direito de todos os cidadãos. Integra o conjunto de mecanismos constitucionais pelos quais um poder contém ou neutraliza os abusos do outro."
'Rasgaram a Constituição'
O ministro Gilmar Mendes disse nesta quinta que, se a proposta for aprovada, é "melhor que se feche" o tribunal.
"Não há nenhuma dúvida, ela é inconstitucional do começo ao fim, de Deus ao último constituinte que assinou a Constituição. É evidente que é isso. Eles [CCJ] rasgaram a Constituição. Se um dia essa emenda vier a ser aprovada é melhor que se feche o Supremo Tribunal Federal. É disso que se cuida", afirmou Gilmar Mendes após a sessão desta quinta.
Tem quase 80 anos a tradição já consolidada de se permitir que o Supremo Tribunal Federal declare a inviabilidade jurídica de uma lei votada pelo Congresso por violação de uma cláusula constitucional. Por que alterar isso agora, em pleno século 21? Essa medida, se aprovada, fragilizará a democracia."
Joaquim Barbosa, presidente do Supremo Tribunal Federal
Em nota, as associações que reúnem magistrados manifestaram preocupação com a PEC. "Os magistrados brasileiros esperam que a PEC 33/2011 e todas as demais propostas que enfraquecem os poderes constituídos sejam rejeitadas e definitivamente arquivadas, ante os riscos para a democracia, para o respeito aos direitos fundamentais e para o aperfeiçoamento das instituições", afirma o texto, assinado pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) e Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra).
Um pouco antes, o presidente em exercício do Supremo, Ricardo Lewandowski, disse que "não há crise" entre os poderes Legislativo e Judiciário. Na quarta, a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara aprovou projeto que permite aos parlamentares barrarem decisões do Supremo. A decisão repercutiu entre os ministros da corte, que no mesmo dia manifestaram oposição ao projeto da Câmara.
Ainda na quarta-feira, o ministro Gilmar Mendes emitiu decisão que suspendeu o andamento do projeto de lei, defendido pela base governista no Congresso, que afeta o funcionamento de novos partidos políticos.
'Invasão' do STF
O presidente do Senado e do Congresso, Renan Calheiros (PMDB-AL), disse que vai recorrer ao Supremo para tentar derrubar decisão liminar (provisória) de Gilmar Mendes.
“O papel do Legislativo é zelar pela sua competência. Da mesma forma que nós nunca influenciamos decisões do Judiciário, não aceitamos que o Judiciário influa nas questões legislativas. Nós consideramos isso uma invasão e vamos entrar com agravo regimental”, afirmou.
(Fonte g1.com.br )
Cientistas fazem testes com células sanguíneas na Estação Espacial

Experimento deu novas pistas na busca para o tratamento da septicemia. Procedimento foi realizado há dois anos, de acordo com cientistas.


Um experimento de laboratório enviado ao espaço há dois anos deu novas pistas sobre o esforço do sistema imunológico dos astronautas para se adaptar à gravidade zero, afirmaram cientistas militares americanos nesta semana.
Os pesquisadores enviaram células encontradas nos vasos sanguíneos à Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) e as deixaram lá durante seis dias. Depois, os astronautas introduziram as células em uma potente endotoxina lipopolissacarídea, que causa uma infecção sanguínea conhecida como septicemia.
Após seis dias no espaço, as células começaram a apresentar mudanças genéticas típicas da baixa imunidade característica da falta de gravidade, uma condição com frequência observada nos astronautas.
Estação Espacial Internacional, em foto de arquivo. (Foto: Nasa)
"Quando adicionamos o agonista (substância capaz de se unir a um receptor celular), elas não responderam muito bem", relatou Marti Jett, diretor do Programa Biológico de Sistemas Integrativos no Comando Médico do Exército americano, que apresentou os resultados na conferência de Biologia Experimental 2013, que ocorreu em Boston.
Impacto na saúde

Os cientistas reproduziram a experiência na Terra para ver como a infecção progredia em condições de gravidade normal em comparação com a do espaço. O experimento deu novas pistas na busca para o tratamento da septicemia que, segundo os cientistas, afeta 750 mil pessoas por dia e pode ser mortal caso não seja tratada. A septicemia é uma das principais causas de morte pós-cirúrgica.

Pesquisas anteriores tinham mostrado como a permanência no espaço repercute na saúde dos astronautas, provocando desde perda de densidade óssea e muscular ao aumento do risco de desenvolver doenças como o mal de Alzheimer.
Além disso, durante o estudo os cientistas militares se deram conta de que os efeitos são similares entre as forças especiais dos Army Rangers, que apresentavam quedas em sua sua imunidade quando estavam sob estresse provocado por um regime de treinamento intensivo.
Segundo Saralyn Mark, consultora médica da agência espacial americana, que não participou do estudo, os médicos querem saber mais sobre o sistema imunológico para que os astronautas possam permanecer saudáveis em missões de longo prazo.
"O espaço é um ambiente maravilhoso para que micróbios floresçam, é como se estivessem voltando para casa, de alguma forma", relatou. "Mas por outro lado, tem outra questão, a que o sistema imunológico está se enfraquecendo, que é uma equação muito difícil. Pode predispor a uma forte infecção", acrescentou. "É o impacto da microgravidade? É o impacto da radiação no sistema imunológico? Estamos observando todos estes parâmetros para ver como o corpo se adapta", concluiu.