HORA E DATA !

sábado, 9 de novembro de 2013

#Festa #Cancelada #Globo #FestivalPromessas #RJ

Globo cancela cerimônia do Troféu Promessas


A entrega dos prêmios aconteceria no dia 13 de novembro no RJGlobo cancela cerimônia do Troféu Promessas

Faltando poucas horas para o encerramento das votações populares, a coordenação do Troféu Promessas resolveu cancelar a cerimônia de entrega de prêmios.
Os troféus seriam entregues na próxima quarta-feira (13) no Teatro Popular Oscar Niemeyer, em Niterói (RJ). Porém os organizadores resolveram anunciar os ganhadores na segunda (11) através do site oficial e os cantores ou bandas vencedores receberão os troféus por correio.
A notícia pegou a muitos de surpresas, bandas, assessores, jornalistas e profissionais ligados ao mercado evangélico já estavam se preparando para viajar para o Rio, muitos, inclusive, já haviam comprado passagens aéreas para participar da premiação.
Entre os possíveis ganhadores estão os nomes de Cassiane, Fernanda Brum, Bruna Karla, Aline Barros, André Valadão, Pregador Luo, Thalles Roberto, Oficina G3, Novo Som, Diante do Trono, Livres, Renascer Praise e outros.
Não há detalhes sobre o motivo do cancelamento da cerimônia. As edições do Troféu Promessas foram iniciativas da GEO Eventos, empresa das Organizações Globo que vai encerrar suas atividades no final do ano com dívidas de mais de R$60 milhões.

#Adeus #Ao #Campeão #de #tudo

O Inter não é mais o Campeão de Tudo


campeao-de-tudo

Adeus título de Campeão de Tudo do Inter. A partir de 2015, a CBF já dá como certa a criação da SUPERCOPA DO BRASIL o confronto entre o campeão Brasileiro e o da Copa do Brasil, que abrirá a temporada. O que mais pega no momento são a data e a fórmula da disputa. A diretoria de competições da CBF está mais inclinada a apoiar o jogo único, até pela falta de data no apertado calendário do futebol brasileiro.
A Supercopa do Brasil foi disputada apenas duas vezes, em 1990 e 1991. GRÊMIO e Corinthians, respectivamente, foram os campeões.
Fonte: RBS

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

+ #Espaço #Nasa

Asteroide com seis caudas assombra cientistas

"É difícil de acreditar que estamos olhando para um asteroide", disse o principal pesquisador, David Jewitt
Cometa com múltiplas caudas é visto em imagem feita pelo telescópio Hubble
Cometa visto pelo Hubble: ao invés de se parecer com pequeno ponto de luz, como maioria dos asteroides, este tem meia dúzia caudas de poeira parecidas com as dos cometas

Washington - Um estranho asteroide que parece ter múltiplas caudas giratórias foi detectado pelo telescópio espacial Hubble, da NASA, entre Marte e Júpiter, anunciaram astrônomos esta quinta-feira.

Ao invés de se parecer com um pequeno ponto de luz, como a maioria dos asteroides, este tem meia dúzia caudas de poeira parecidas com as dos cometas, similares aos raios de uma roda, reportaram os cientistas no periódico Astrophysical Journal Letters.
"É difícil de acreditar que estamos olhando para um asteroide", disse o principal pesquisador, David Jewitt, professor do Departamento de Ciências da Terra e do Espaço na Universidade da Califórnia em Los Angeles.
"Ficamos assombrados quando o vimos. Surpreendentemente, as estruturas de sua cauda mudam dramaticamente em apenas 13 dias à medida que libera poeira", acrescentou.
O objeto foi denominado P/2013 P5, e os astrônomos acreditam que ele esteja cuspindo poeira por pelo menos cinco meses.
O asteroide pode ter girado tão rápido que começou a se desintegrar, explicaram os cientistas.
Eles não acreditam que as caudas tenham resultado de um impacto porque um evento assim faria a poeira se espalhar de uma vez.
Suas múltiplas caudas foram descobertas em imagens captadas pelo telescópio Hubble em 10 de setembro passado, depois de ter sido detectado pela primeira vez por um telescópio no Havaí.
Jewitt explicou que o objeto pode ter se originado da colisão de um asteroide 200 milhões de anos atrás. Seu padrão de poeira dispersa em espasmos e explosões pode significar que está morrendo lentamente.
“Na astronomia, onde você encontra um, acaba encontrando mais um montão”, afirmou. “É um objeto surpreendente e quase com certeza será o primeiro de muitos outros”, prosseguiu.
Fonte: EXAME

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

#ASTRONOMIA #espaço #Lua #agua #nasa #AGUA #LuaDeSaturno

  •  Atendendo ao pedido de várias pessoas, voltei a escrever sobre o Espaço. Um "Passa-Tempo" que eu amo é ficar admirando a lua e sua constelação estrelar pela noite, e o outro "Passa-Tempo" favorito é escrever no meu Blog, Juntando os Dois, vem comigo Vamos Viajar nessa! ÁGUA NA LUA "Vestígios de Moléculas de H2o (água)". No Satélite Natural da Terra (LUA). CONFIRA TAMBÉM ÁGUA SUBTERRÂNEA  NA LUA DE  SATURNO.



Você entende de astronomia?

Relaxar sob o céu estrelado é um ótimo passatempo. Mas se engana quem pensa que está tudo tranquilo lá em cima. Desde o surgimento do Universo, há bilhões de anos, ele está em movimento e em constante expansão. Descubra se você é um bom desbravador das galáxias como eu. 


Bom, tudo bem que a NASA achou "Vestígios de Moléculas de H2o" (água), gastar Milhoes de Dóllares para estudo, até ai tudo bem.  as o que adianta ? O Povo mundial não vai se mudar pra lá, por inúmeros detalhes (Gravidade, Atmosféra, Oxigenio, Nuvem (Chuva), Alimentação, Solo, Frio, etc...). Só se for o caso de pegar água de lá para trazer para Terra em caso de falta, mas.... Enfim, vamos lá.







Cientistas da Nasa acham provas de água vinda das profundezas da Lua.

NASA deteta vestígios de água proveniente do interior da Lua




Cientistas encontraram na superfície da Lua provas de água em grãos minerais de origens ainda desconhecidas da profundidade do satélite, informou a Nasa nesta terça-feira (27).
Os pesquisadores usaram dados coletados pelo Instrumento de Mineralogia (M3), de tecnologia da Nasa, a bordo da cápsula Chandrayaan 1, da Organização de Pesquisa Espacial de Índia, e detectaram água magmática, ou seja água originada nas profundezas lunares.
É a primeira detecção desta forma de água a partir de um objeto na órbita da Lua.
 Estudos anteriores mostraram a existência de água magmática em amostras lunares coletadas pelos astronautas do programa Apollo. 
O M3 captou imagens da cratera Bullialdus, causada por um impacto perto da linha equatorial da Lua. A Nasa explica que os cientistas estão interessados nessa área porque podem calcular melhor o volume de água dentro das rochas devido à localização do buraco e ao tipo de minerais contidos lá.
O pico central da cratera é composto por um tipo de rocha que se forma nas profundezas da crosta lunar e do manto lunar quando o magma fica preso ali. 
"Essa rocha, que normalmente fica muito abaixo da superfície, foi escavada desde as profundezas pelo impacto que formou a cratera Bullialdus", explicou Rachel Klima, geóloga planetária do Laboratório de Física Aplicada da Universidade Johns Hopkins, em Maryland, nos Estados Unidos.
"Na comparação com o entorno, encontramos na porção central da cratera um volume significativo de hidroxila, uma molécula feita de um átomo de oxigênio e um de hidrogênio, o que prova que as rochas nesta cratera contêm água que se originou muito abaixo da superfície lunar", disse Rachel.
Em 2009, o M3 fez seu primeiro mapa mineralógico da superfície lunar e descobriu moléculas de água nas regiões polares da Lua. Naquela primeira avaliação, os cientistas entenderam que essa água seria uma camada fina formada pelo impacto do vento solar sobre a superfície lunar.
Mas a Bullialdus fica em uma região pouco propícia para o vento solar produzir quantidades significativas de água na superfície.
"As missões da Nasa - como o Prospector Nuclear e o Satélite de Observação e Sensores de Cratera Lunar - e os instrumentos, como o M3, coletaram dados cruciais que mudaram radicalmente nossa ideia da existência de água na superfície da Lua", disse Pete Worden, diretor do Centro Ames de Pesquisa da Nasa em Moffett Field, na Califórnia, também nos Estados Unidos.
A detecção de água dentro de uma observação orbital significa que os cientistas podem provar algumas das conclusões de estudos em amostras em um contexto mais amplo, incluindo regiões distantes de onde chegaram as missões Apollo.
NASA anunciou a descoberta de indícios de água em grãos minerais da superfície da Lua. O Moon Mineralogy Mapper (M3), um dos instrumentos da missão orbital indiana Chandrayaan-1, associada à agência espacial americana, detetou a presença de água de origem magmática, isto é, proveniente do interior do satélite natural da Terra. O M3 é também responsável pela captação de imagens da cratera Bullialdus, onde os cientistas pretendem concentrar a exploração neste domínio.
É a primeira vez que surge uma confirmação desta natureza recolhida a partir da órbita lunar. Estes dados vêm sustentar os resultados das análises a rochas extraídas durante a missão Apollo.
Rachel Klima, geóloga do Laboratório de Física Aplicada da Universidade de John Hopkins, autora de um artigo sobre esta descoberta na revista Nature Geoscience, explica que “durante muitos anos, os cientistas acreditavam que as rochas lunares eram completamente secas e que os vestígios de água se deveriam a uma eventual contaminação terrestre.” Uma teoria que começou a reverter há cerca de cinco anos, quando os especialistas se debruçaram sobre a possibilidade da formação de uma camada de água resultante do impacto dos ventos solares. Agora, estes novos dados abrem outros caminhos.
NASA lança cápsula para resolver mistério na Lua
A sonda é do tamanho de um automóvel compacto e tem como propósito determinar se há pó lunar no alto da atmosfera da LuaSonda Explorador de Atmosfera e Ambiente de Pó Lunar (LADEE na sigla em inglês)
Washington - A NASA  lançou esta noite a partir de uma ilha no litoral da Virgínia uma cápsula robótica que orbitará a Lua para resolver um mistério de cinco décadas: os crepúsculos lunares e as moléculas de H2o (Água) encontradas nas profundezas da atmosféra lunar.
A sonda chamada Explorador de Atmosfera e Ambiente de Pó Lunar (LADEE na sigla em inglês) tem o tamanho de um automóvel compacto, pesa 383 quilos e partiu segundo o programado às 0h27 (horário de Brasília) do sábado desde a instalação da Nasa em Wallops Island, acoplada em um foguete Minotaur V, usado pela primeira vez para este tipo de missões.
Um dos propósitos da missão, disse a agência, é determinar se há pó lunar no alto da atmosfera da Lua.
O veículo espacial traçou um arco iluminado de sudeste a nordeste, visível da Carolina do Norte até o Maine, e sete minutos depois se separou do segmento propulsor principal fazendo sua travessia rumo à órbita lunar.
Os cientistas querem determinar se o pó lunar carregado eletricamente pela luz do sol foi a causa do resplendor na aurora sobre o horizonte da Lua detectado pelos astronautas durante várias missões da era de Apollo nas décadas de 1960 e 1970.
'Às vezes nos surpreendemos quando começamos a falar de uma atmosfera lunar porque a maioria de nós aprendeu na escola que a Lua não tem atmosfera', comentou em uma teleconferência Sarah Noble, cientista do programa LADEE.
'Existe, mas é muito, muito tênue', acrescentou.
'Uma atmosfera tênue como a da Lua pode ser mais comum no sistema solar do que pensávamos', explicou em entrevista coletiva John Grunsfeld, administrador para ciência na agência.
'Um melhor conhecimento da atmosfera lunar poderia nos ajudar a entender melhor nosso diverso sistema solar e sua evolução', acrescentou.



Veja também ! 

Fonte de gêiseres de lua de Saturno pode ser água subterrânea


Cientistas ligados ao Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa, JPL, e às universidades do Colorado e Flórida Central acreditam terem encontrado fortes indícios de que os jatos supersônicos de gás e poeira que jorram em uma das luas de Saturno ocorrem devido à presença de água em estado líquido abaixo do solo. Os dados que possibilitaram essa dedução foram gerados pela sonda Cassini, que orbita o planeta desde 2004.



Concepçao artíistica de Enceladus
A equipe, incluindo o professor Joshua Colwell, descobriu que a fonte dos gêiseres da lua Enceladus é o fluxo de água no interior das rachaduras que conduzem água aquecida em velocidades supersônicas. Segundo Colwell, as recentes observações sugerem que a alta velocidade dos jatos só pode ser conseguida na presença da água no estado líquido. De acordo com Candice Hansen, do JPL e principal autora do trabalho, as velocidades atingidas, de mais de 2 mil km/h, "são quase impossíveis de serem obtidas sem a presença de líquido".

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No caso de Enceladus, os cientistas acreditam que os cristais de gelo se condensam a partir do vapor que escapa das fontes de água e vazam através das frestas da crosta gelada da lua. Imagens da sonda Cassini captadas entre 2005 e 2006 já haviam revelado a possibilidade de que os jatos jorrados da superfície de Enceladus continham vapor de água.

"Só existem três lugares no Sistema Solar que sabemos ou suspeitamos que exista água líquida próximo à superfície", disse Colwell. "A Terra, a lua Europa, de Júpiter e agora Enceladus, em Saturno. A água é o ingrediente básico para a vida como a conhecemos. Se confirmarmos que a força de maré seja a responsável pelo aquecimento da água que provoca os gêiseres, pode ser que esse fenômeno seja bem comum no sistema planetário, o que torna a descoberta ainda mais interessante.

Outra possibilidade sugere que as plumas de gás e poeira são causadas pela evaporação muito rápida do gelo exposto ao espaço no momento que as forças de maré provocam grandes rachaduras no pólo sul de Encéladus. No entanto, os pesquisadores detectaram mais vapor de água nas rachaduras em 2007, quando os modelos indicavam que deveria haver menos, por isso a teoria não ganhou força.

"Na minha cabeça, a evidência está se acumulando em favor da água em estado líquido", disse Carolyn Porco, cientista do JPL e chefe da equipe responsável pelos dados da câmera da Cassini.

Força de Maré



A força de maré é um efeito secundário da força gravitacional e é responsável pelas marés na Terra e no espaço. Ela surge porque a aceleração da gravidade a que uma grande massa é submetida não é constante em todo o seu diâmetro. Assim, um dos lados do objeto tem uma maior aceleração relativa ao centro de massa, enquanto o outro lado do corpo tem menor aceleração.

As forças de maré podem provocar efeitos de alta intensidade, como os verificados na lua Io, em Júpiter. Io possui seu movimento de rotação sincronizado ao planeta, mas os efeitos de maré gerados pela interação gravitacional entre Io, Júpiter e as luas Europa e Ganimedes criam um intenso vulcanismo, atribuído à energia produzida pelas forças de maré desse sistema de quatro corpos.

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Espaço !!



Índia lança sua primeira missão espacial para Marte

Índia que já enviou em 2008 sua primeira Missão Lunar, Tem Planos para Lançar em 2016 sua primeira Missão a Marte Tripulada. Por enquanto a Missão Orbitadora a Marte teve custo de cerca 74 milhões de dólares.


Esta foi a primeira aeronave indiana lançada a Marte
Foto: Arun Sankar K / AP
Se a missão for bem-sucedida, o satélite vai levar cerca de 300 dias para chegar a Marte e vai buscar metano na atmosfera marciana.

- Esse é o nosso início modesto para nossa missão interplanetária - disse Deviprasad Karnik, porta-voz da Organização Indiana de Pesquisa Espacial.
Apenas Estados Unidos, Europa e Rússia conseguiram até agora enviar sondas que orbitaram ou pousaram em Marte. Sondas ao planeta têm tido alta taxa de fracasso, e um sucesso aumentará o orgulho nacional, especialmente depois de uma missão similar da China ter falhado. Na ocasião, em 2011, a sonda nem conseguiu deixar a órbita da Terra.

A relação da Índia com o seu vizinho é marcada mais pela competição do que pela cooperação. Cientistas do governo negam qualquer corrida espacial, mas analistas dizem que a Índia intensificou o seu programa pela preocupação sobre o avanço da tecnologia espacial da China.
O custo da sonda indiana é apenas uma fração do da sonda Maven, da Agência Espacial Americana (Nasa), também prevista para ser lançada em novembro. Analistas dizem que a Índia poderia lucrar mais de US$ 304 bilhões no mercado espacial com sua tecnologia de baixo custo.
A missão marciana é consideravelmente mais barata do que alguns luxos da Índia, como o gasto de US$ 340 milhões para construir a maior estátua do mundo, no Estado de Gujarat, além da infraestrutura ao redor. Mesmo assim, recebeu críticas por ser uma país com altos níveis de pobreza.

- Para um país como a Índia, não é um luxo, é necessário - afirmou Susmita Mohanty, cofundadora e diretora-executiva do Earth2Orbit, primeira companhia aeroespacial da Índia.
Susmita ainda argumentou que os satélites têm amplas aplicações na radiodifusão televisiva e para a gestão de desastres.

O programa espacial da Índia começou há 50 anos e se desenvolveu rapidamente depois que forças ocidentais impuseram sanções em resposta às armas nucleares em teste em 1974, estimulando a construção de foguetes de alta tecnologia. Cinco anos depois, sua sonda Chandrayaan pousou na Lua. Mas a relativa proeza no espaço contrasta com os resultados ruins no desenvolvimento de jatos de combate por empresas estatais indianas.
A missão planeja procurar metano na atmosfera marciana, uma substância química fortemente relacionada com a vida na Terra. Medições recentes feitas pelo Curiosity, da Nasa, mostram apenas vestígios dele em Marte. Os indianos também estudarão as características da superfície marciana e sua composição mineral.

Com isso, a Índia se torna o sexto país que tenta chegar a Marte, missão realizada com êxito apenas pelos Estados Unidos, Rússia e União Europeia. O Japão, em 2003, e a China, em 2011, já haviam tentado sem sucesso chegar ao planeta vermelho.
A imprensa local ressaltou que, se a aeronave Mangalyaan chegar a Marte - o que até o momento só 23 das 40 missões realizadas conseguiram -, o país pode superar o poderoso vizinho chinês na corrida espacial. De acordo com dados do ISRO, a missão indiana, com custo de US$ 73 milhões, um décimo do valor de missões americanas semelhantes, foi desenvolvido durante 15 meses por mil cientistas.
Curiosity recolheu amostras do solo de Marte Foto: Nasa / DivulgaçãoO país asiático comemorou no ano passado 50 anos do início de seu programa espacial. Seu primeiro lançamento foi em 1975, quando enviou ao espaço o satélite Arybhatta, utilizando um foguete russo. Com 16 mil cientistas e um orçamento de US$ 1 bilhão, desde 1999, a ISRO, através de seu braço comercial, também coloca em órbita satélites estrangeiros.
A Índia, que enviou em 2008 sua primeira sonda lunar, tem planos de lançar em 2016 sua primeira missão espacial tripulada.

O Curiosity. 1 ano em Marte!

Curiosity: 1 ano em MarteA Sonda CURIOSITY completa um ano, nos solos de Marte, nesta Terça-Feira. Em Metade do tempo previsto para sua Missão Principal, o Jipe Robô, Já detectou que no Planeta pode ter havido VIDA no passado.

Astrônomos: 'cometa do século' pode se desintegrar e asteroide atingir a Terra