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sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Defesa exonera comandante militar que criticou o governo

Ministério da Defesa com aval de Dilma, exonera comandante militar que criticou o governo


Por: VALDO CRUZ
DE BRASÍLIA, e, 
IGOR GIELOW
DIRETOR DA SUCURSAL DE BRASÍLIA

29/10/2015 19h08

Adptações e Comentários 
Por: Jonas Siqueira Tavares

Ministério da Defesa, presidenta Dilma e o PT. Afastam o General Mourãoe o exonerar do Comando Militar do Sul. O Gen. Antônio Mourão, será afastado por fazer fortes e duras criticas ao Governo Dilma e ao PT.  
Na foto: General do Exército Antônio Hamilton Martins Mourão, comandante Militar do Sul

É Obvio que militar é neutro, como bem já diria o Major F. Turra: "não se deve colocar suas convicções ou opiniões pessoais e externa-las a terceiros ainda mais, quando vocês tem forte poder de influênciar, já, quando lá fora (não mais militar) faça, o que bem entender". Então me vejo com plena liberdade em falar, baseado na Liberdade total de Imprensa. 

Já aviso que concordo plenamente com Gen. Mourão, digo mais, Governo Dilma, Lula e o PT, perderam totalmente a credibilidade, para poder falar em "descaso em exercer cargos". É melhor a dona Dilma cuidar da sua "pele" como vem bem fazendo. Cuidar dos Petistas presos, do seu partido envolvido em corrupção. Dos pedidos de impedimento de mandato. E das mentiras do governo. 

Reforço a campanha #SomosTodosMourão, Confira o resto da reportagem a baixo.


Como ja vinculado ao Jornal dos Gaúchos Zero Hora do dia 30/10/15. Pág. 2. (Foto E.) O Gen. Antônio Mourão irá ser transferido para exercer um simples cargo burocrático em Brasília, depois de estar a frente do Comando Militar do Sul. Mourão irá cuidar da Secretaria de Finanças. Foi exonerado do Comando do Sul, após fazer fortes crítcas ao Governo Dilma, e uma simples referência elogiosa ao saudoso Coronel Ustra um simbolo da repressão militar (Regime).

Veja o que a Zero Hora relata:

" A frente do Comando Militar do Sul, o general Antônio Mourão ter reconhecido papel de liderança junto a tropa. Depois de propor uma homenagem ao Coronel Ustra, um símbolo do Regime Militar, e de criticar o Governo Dilma, Gen Mourão acabou exonerado ontem. As críticas, publicados pelo Infome Especial, em 16 de setembro, repercutiram em jornais do centro do país.

BOMBA:

Uma Certeza: A EXONERAÇÃO DE MOURÃO CAUSARÁ REAÇÕES NO MEIO MILITAR. E FORA DELE. ONTEM A NOITE FOI LANÇADA NAS REDES SOCIAIS A #SomosTodosMourão. " ( Concluiu o Jornal Zero Hora).

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Reportagem do Sait Uol. Confira!

O Ministério da Defesa exonerou do Comando Militar do Sul o general Antônio Mourão. O motivo foi que críticas que fez ao governo Dilma Rousseff e pelo fato de que uma homenagem póstuma a um chefe da repressão na ditadura ocorreu em um quartel sob sua jurisdição.

Mourão é um dos mais respeitados comandantes militares do Exército, e foi transferido para a Secretaria de Finanças, um cargo burocrático em Brasília. A mudanças foi incluída num pacote amplo de remanejamentos de postos militares, mas foi a única motivada por evento político. A Folha não conseguiu contato com ele.

No dia 17 de setembro, Mourão havia dito em uma palestra em Porto Alegre que "a maioria dos políticos de hoje parecem privados de atributos intelectuais próprios e de ideologias, enquanto dominam a técnica de apresentar grandes ilusões".

Além disso, ao comentar a possibilidade de impeachment de Dilma, ele afirmou que "a mera substituição da PR [presidente da República] não trará mudança significativa no 'status quo'" e que "a vantagem da mudança seria o descarte da incompetência, má gestão e corrupção".

O caso foi revelado pelo jornal "Zero Hora", e detalhado pela Folha há dez dias.
Para piorar a situação de Mourão, que não comentou as afirmações, um general sob seu comando promoveu uma homenagem póstuma ao coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra na segunda (26).
Morto no dia 15 deste mês, Ustra foi chefe do DOI-Codi, um dos principais centros de tortura e repressão aos adversários do regime militar (1964-85).

Ustra era de Santa Maria (RS), onde ocorreu a homenagem no quartel da 3ª Divisão do Exército. O convite para o evento, datado do dia 23, foi assinado pelo comandante da unidade, general José Carlos Cardoso.

Segundo a Folha apurou, o ministro Aldo Rebelo (Defesa) avisou previamente a presidente da medida. Para o ministro, Mourão perdeu a condição de comando com a sequência de fatos. A exoneração será um teste político para Aldo, que é do PC do B, partido que notabilizou-se durante a ditadura por promover uma guerrilha contra o governo militar.



Fonte 2: ZERO HORA (Pág. 2) do dia 30/10/2015

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